Notícias

Oporto é tricampeão nacional de clubes

Vasco Alves, Afonso Girão, Pedro Sousa Machado, Ricardo Garcia, Miguel Cardoso e Pedro Mendes sagram-se tricampeões oferecendo ao clube situado em Espinho a sua décima Taça Visconde Pereira Machado, que remonta a 1964. Miguel Montenegro foi o capitão.

Do outro lado, na final, esteve uma muito jovem e valorosa equipa de Miramar, composta por dois jogadores do escalão etário de sub-18 e quatro de sub-16.

Capitaneados por Sérgio Ribeiro, foram eles Tomás Araújo, Diogo Rocha, Afonso Rodrigues, Miguel Pinheiro, Miguel Silveira, João Iglésias e Duarte Gonçalves

Coube a Miguel Cardoso, um dos dois ‘rookies’ este ano na equipa do Oporto, a par de Pedro Mendes, conquistar, no segundo ‘single’ do dia, o quarto e vitorioso ponto, batendo João Iglésias no 19.º buraco, o primeiro do ‘play-off’ (jogado no 1, Par 4).

Instantes antes, no terceiro ‘single’, Afonso Girão derrotara Miguel Silveira no último buraco regulamentar, no 18, por 1up.

Até aí, nos jogos já concluídos, Miramar estava em vantagem por 3-2, mas o Oporto operou assim a reviravolta com dois pontos adicionais no marcador para uns favoráveis 4-3.

“Estamos muito satisfeitos. Este pode ter sido o nosso décimo título, mas nunca tínhamos sido tricampeões, pelo que queríamos muito ganhar”, congratulou-se o capitão do Oporto, Miguel Montenegro.

“Os nossos jogadores trabalharam para isto, mesmo no mês de Agosto, em que estavam de férias, trabalharam, treinaram. Foi-lhes pedido empenho e eles deram tudo para conseguirmos este título inédito, que é um tricampeonato”, acrescentou.

E deixa elogios a Miramar: “Normalmente as finais entre os dois clubes têm sido assim, até ao último momento. Miramar só tem de estar orgulhoso, porque, apesar de estar desfalcado, por bons motivos, de alguns bons jogadores, deu-nos muito trabalho até ao fim.”

Miguel Montenegro referia-se a três dos mais notórios atletas de Miramar: Daniel Rodrigues, Pedro Silva e Hugo Camelo, que estiveram ausentes, em representação da seleção de Portugal em Paris no Campeonato do Mundo Amador por Equipas, que atribui o Troféu Eisenhower.

Além de em 2020 e 2021, o Oporto venceu em 1978, 1979, 1982, 1983, 1999, 2010 e 2016.

Miramar já foi campeão nacional de clubes em Homens em cinco ocasiões, em 1968, 1972, 1994 e, mais recentemente, em 2018 e 2019.

O capitão de Miramar, Sérgio Ribeiro, fala da sua equipa como uma das mais jovens que já participou no Campeonato Nacional de Clubes Solverde, e com muitos estreantes na competição (apenas dois eram repetentes).

“Saio com ótimas sensação do Campeonato”, confessa Sérgio Ribeiro. “Mantendo esta equipa, e continuando ela a trabalhar da forma que está a trabalhar, julgo que, quando conseguirmos o primeiro título, vai ser difícil fazerem-nos parar no futuro próximo.”

 

Vilamoura bate Aroeira para lugar no pódio

No Flight A, que integrou as oito primeiras classificadas da fase de ‘stroke play’, Vilamoura bateu a Aroeira por 4-1 no ‘match’ para atribuição do terceiro lugar.

O Orizonte derrotou o Estoril por idêntica margem, para ser 5.º

E o Lisbon levou a melhor sobre o ACP Golfe por 5-0 para o 7.º lugar.

 

Quinta do Perú vence Flight B

No Flight B, que integrou as equipas entre o 9.º e o 16.º lugares na fase de ‘stroke play’, saiu vencedora a Quinta do Perú após bater na final a JuveGolfe por 4-1.

Vale Pisão ganhou a Belas por 3,5-1,5, para o 11.º posto.

Paço do Lumiar impôs-se ao CG Ilha Terceira, por 3-2, terminando em 13.º.

Finalmente, o CG Arquitectos ganhou ao CityNorte por 4,5-,05, para ser 15.º.

 

CLASSIFICAÇÕES FINAIS

Flight A

1.º      Oporto
2.º      Miramar
3.º      Vilamoura
4.º      Aroeira
5.º      Orizonte
6.º      Estoril
7.º      Lisbon
8.º      ACP Golfe

Flight B 

9.º      Quinta do Perú
10.º    JuveGolfe
11.º    Vale Pisão
12.º    Belas
13.º    Paço do Lumiar
14.º    Ilha Terceira
15.º    Arquitectos
16.º   CityNorte

 

Gabinete de Imprensa da Federação Portuguesa de Golfe

Miraflores, 4 de setembro de 2022

Fotografia © Filipe Guerra / Federação Portuguesa de Golfe