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Swiss Challenge presented by Swiss Golf – Ricardo Santos vence e sobe ao 2.º lugar no ranking do Challenge Tour

Numa prova que decorreu no Golf Sempach, em Lucerna, Suíça, o algarvio de 36 anos fez hoje o segundo melhor resultado do último dia – 65 pancadas, 6 abaixo do Par 71 – e descolou do lote dos 5.ºs classificados rumo ao triunfo.

Totalizando 269 (65-68-71-65), 15 abaixo do Par, deixou o alemão Moritz Lampert (66-68-71-65) e o inglês Richard Bland (69-65-70-66), a uma pancada de distância.

O português já tinha dado boas indicações quando, há duas semanas, no torneio antecedente, o D+D REAL Czech Challenge, em Brno, na República Checa, tinha sido 2.º, a quatro pancadas do vencedor inglês Ross McGowan. Na altura, tal classificação merecera-lhe a subida para 7.º no ranking do Challenge Tour.

Com a vitória deste domingo na Suíça, que lhe valeu um prémio de €29.600, passou a ocupar o 2.º lugar no ranking, com 53.565 pontos. O líder da tabela é o francês Antoine Rozner, com 68.223 pontos.

Os 15 primeiros do ranking no final da época são promovidos ao European Tour, no qual Ricardo Santos competiu entre 2012 e 2015, tendo mesmo sido eleito o “rookie” do ano em 2012.

É o segundo ano consecutivo com um português a vencer no Challenge Tour, depois de Pedro Figueiredo ter ganho, há exatamente um ano, o KPMG Trophy na Bélgica. Em 2015, Ricardo Melo Gouveia foi o n.º 1 do circuito averbando duas vitórias.

“Depois de tantos anos sem ganhar no Challenge Tour ou no European Tour, é uma sensação espantosa”, afirmou Ricardo Santos.”Sentia que o meu jogo estava em boa forma esta época e pensei que, se continuasse a jogar assim, teria boas hipóteses. Mesmo em Brno, no Challenge da República Checa, joguei um golfe muito sólido, o que se repetiu esta semana.”

E acrescentou: “Hoje foi um dia difícil porque a chuva fez com que a bola não voasse como nos primeiros três dias. Eu e o Richard [Bland] começámos bem e fizemos alguns birdies seguidos. Ele colocou pressão em mim no buraco 17 quando meteu um enorme putt. Eu acho que quando jogamos com um bom jogador e esse jogador joga bem, isso faz com que nós mantenhamos o foco. Ajuda, porque não temos de ir à procura de bolas de outros jogadores no rough e a volta desenrola-se mais rapidamente. Eu acho mais fácil jogar assim.”

Gabinete de Imprensa da FPG

Lisboa, 9 de junho de 2019