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Mundial Amador Feminino por Equipas/Troféu Espírito Santo – Uma primeira jornada madrasta impediu Portugal de obter a sua melhor classificação

“A nossa intenção era conseguir a melhor classificação de Portugal nesta competição, o objetivo não foi cumprido, muito devido ao resultado agregado da equipa no primeiro dia, que foi praticamente o mesmo que nos três dias seguintes”, afirmou o treinador nacional Nelson Ribeiro.

Num formato de jogo de stroke play em que contam diariamente os dois melhores resultados de cada trio de jogadoras, Portugal terminou a primeira volta, no O’Meara Course, com 158 pancadas (+12). Depois reagiu fazendo +14 no conjunto das três voltas seguintes, alternadamente em cada um dos campos: 144 (Par), 152 (+6) e 152 (+8).

Leonor Bessa, já na sua terceira presença no Mundial, somou 301 (+11), ao passo que Sara Gouveia perfez 309 (+19) e Sofia Sá 311 (+21), sendo estas estreantes nesta importante competição bienal.

Foi com Carla Cruz, Lara Vieira e Carolina Catanho, em 2002 (Kuala Lumpur, Malásia) e 2004 (Porto Rico), que Portugal obteve as suas duas melhores classificações, primeiro sendo 31.º entre 39 países, depois 32.º entre 48. Mas é de realçar ainda o 33.º lugar de 2010 entre 52 nações, com Marta Vasconcelos (Oporto), Magda Carrilho (Quinta do Peru) e Joana Silva Pinto (Estela).

Os EUA, alinhando com as três primeiras classificadas no ranking mundial amador feminino – Jennifer Kupcho, Lilia Vu e e Kristen Gilmann –, conquistaram o seu primeiro título no Troféu Espírito Santo desde 1998 (14.º triunfo no historial da competição), somando 551 (-18).

O Japão, totalizando 561 (-19), ficou a medalha de prata e a Coreia do Sul, que era a campeã em título e vencera de três das quatro anteriores edições, contentou-se com o bronze. Embora sem reconhecimento oficial, a nível individual a melhor foi a sul-coreana Ayean Cho, com 273 (-17).

Na fotografia, a seleção nacional com Leonor Bessa, Sara Gouveia e Sofia Sá

Gabinete de Imprensa da FPG

Lisboa, 2 de setembro de 2018