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Italy Alps Open – Tomás Bessa e Vítor Lopes finalizaram época em Roma

Bessa vinha de um 4.º (Alps de Andalucia) e de um 3.º lugares (Alps Las Castillas), ficando desta vez, na capital italiana, a uma pancada do top-10, nos 12.ºs, com 212 pancadas e voltas de 71-69-72, o que dá um total agregado de 4 abaixo do Par 72.

“Foi um torneio positivo por um lado, mas amargo por outro”, disse Tomás. “Positivo, pois consegui ser competitivo sem estar a jogar no meu melhor nem sempre 100 por cento confiante. Amargo porque precisava da vitória para alcançar o top-3 do Alps Tour, que era o grande objetivo para esta época.”.

O campeão nacional de profissionais explicou que o top-3 na Ordem de Mérito ainda era possível com algumas combinações de resultados. “Claro que as hipóteses não eram propriamente altas. Mas no geral foi uma boa época no Alps Tour, com um calendário de apenas 9 torneios em que eu só joguei 7, um 14.° lugar [na Ordem de Mérito] é um bom resultado.”.

Quanto a Vítor Lopes, vindo de dois sextos lugares naqueles dois eventos prévios, terminou um degrau abaixo, com 213 (69-74-70), nos 16.ºs. E se Tomás Bessa foi 14.º na Ordem de Mérito, Lopes foi 16.º. Houve mais um português no top-20 desta tabela, Tomás Silva, em 18.º.

A prova foi ganha pelo italiano Jacobo Fossa, com 203 (69-66-68), -13, o que lhe deu uma vantagem de 2 ‘shots’ sobre o francês Jeong Weon Ko (66-69-70). Os também franceses Paul Elissalde (72-71-66) e Julien Foret (69-68-72) e o italiano Fillipo Bergamaschi (65-69-75) partilharam o 3.º lugar, com 209 (-7).

Com o 2.º lugar, Jeong Weon Ko conseguiu ‘in-extremis’ o 3.º lugar final na Ordem de Mérito e a última vaga no acesso ao Challenge Tour. O espanhol Jordi Garcia Del Moral foi o primeiro na tabela e em segundo ficou o espanhol Lucas Vacarisas.

 

Gabinete de Imprensa da Federação Portuguesa de Golfe

Miraflores, 30 de outubro de 2020

Fotografia © Greatgolf