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European Boys’ Team Championship – Portugal mostra valor e ambição para 2020

“Conseguimos o objetivo de nos mantermos na primeira divisão, mas posso dizer todos regressámos com a certeza de que o nosso lugar é no 1.º Flight”, afirmou o capitão da seleção, João Coutinho.

Portugal começou a primeira fase da competição, em duas voltas de stroke play (por pancadas), no 9.º lugar, a um degrau dos oito primeiros que se apurariam para o 1.º Flight (do 1.º ao 8.º).

Na segunda volta, porém, com alguns dos seus atletas a jogarem adoentados, caiu para 13.º, ficando assim no 2.º Flight (do 9.º ao 16.º).

“Se não fossem os episódios de indisposição por parte de alguns dos atletas, devido a qualquer coisa que comeram, provavelmente teríamos feito melhor na fase de stroke play”, explica João Coutinho.

Daniel Rodrigues e Kiko Matos Coelho – que chegou a mesmo a jogar com febre no segundo dia – foram os jogadores mais afetados. Pedro Silva também se ressentiu. A comitiva portuguesa contou ainda com os atletas Martim Baptista, Ricardo Garcia e Gonçalo Mata e com o treinador nacional adjunto Hugo Pinto.

Já na fase de match play, a seleção bateu a Noruega e a República Checa, antes de perder a final do 2.º Flight frente à Dinamarca, por 3,5-1,5, num encontro em que quatro das cinco partidas se prolongaram até 18.º e último buraco regulamentar.

“Estivemos claramente fortes no match play, só perdemos o último match, com a Dinamarca – que são os atuais campeões do mundo – num encontro muito equilibrado”, lembrou João Coutinho.

A França conquistou a medalha de ouro e o troféu Jean-Louis Dupont ao bater a Alemanha na final por 5-2, ao passo que a Suécia foi bronze derrotando Irlanda por 4-3.

Gabinete de Imprensa da FPG

Lisboa,15 de julho de 2019