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1.º Campeonato Internacional Mid-Amateur de Portugal – Alemão Jorg Paulus vence edição inaugural em Tróia, português Luís Costa Macedo foi vice-campeão

Luís Costa Macedo, vice-campeão nacional neste escalão (acima dos 30 anos), finalizou com o melhor resultado de domingo – um notável 72 atendendo ao vento e ao frio que se fizeram sentir neste domingo num campo que só por si já é dos mais difíceis do país – subindo do 6.º para o 2.º lugar, com 147 (+3).

O açoriano Paulo Barcelos (72-77) foi 3.º empatado com o sueco Joakim Gyllin (74-75), ambos com 149, +5. E houve mais quatro portugueses no top-10: Alexandre Barroso, o próprio diretor do Tróia Golf, foi 5.º com 150 (76-74), +6. O bicampeão nacional mid-amateur José Maria Cazal-Ribeiro foi 9.º com 156 (78-78), +12; e João Umbelino (77-81) e Romeu Gonçalves (76-82) partilharam o 10.º posto com 158 (+14).

A equipa de Portugal A, com Luís Costa Macedo, José-Maria Cazal-Ribeiro e Paulo Barcelos, foi a vencedora da Taça das Nações. Pontuando os dois melhores resultado de cada trio, a formação somou 296 (147-149), + 8. A Áustria foi 2.ª com 310 (351-159), +22.

“Não podia estar mais orgulhoso, porque sou fã do campo de Tróia desde que aqui joguei pela primeira vez em 2010, é um palco fantástico e está em excelentes condições”, disse o vencedor Jorg Paulus, de Nuremberga, na Baviera alemã, mas que tem como clube de golfe o escocês Golspie Golf Club, tendo sido o vencedor do importante English Mid-Amateur (Logan Trophy) em 2016. “Foi bom ver que havia aqui bons jogadores em competição. É que, embora fosse um field pequeno, foi ainda assim um torneio de bom nível.”

“Torneio vai crescer nos próximos anos”

João Coutinho, diretor técnico nacional da FPG, fez o balanço desta primeira edição em Tróia ao Gabinete de Imprensa da FPG. “É um balanço de esperança. Estávamos um pouco desapontados com o número de inscrições, porque tivemos cerca de 50 pessoas inscritas e depois foram desistindo. Mas o feed back foi excelente, quem veio gostou imenso e vai voltar para o ano trazendo mais gente. Pediram-nos apenas que em vez de duas voltas fossem três, pois a viagem é a mesma mas sempre é mais uma volta de golfe. Assim, temos perspetivas de crescimento, que era desde o início a nossa ideia.

“De resto correu muito bem, Quase que tivemos uma vitória portuguesa, tivemos portugueses bem classificados, e hoje o campo não estava nada fácil. Na segunda volta para os últimos grupos pôs-se muito vento. Foi preciso jogar bom golfe para se dar a volta a isto. O campo estava imaculado, perfeito, e foi muito elogiado.”

Fotografia de Jorg Paulus por Filipe Guerra/GolfTattoo/FPG

Gabinete de Imprensa da FPG

Lisboa, 5 de novembro de 2018